12 de abril de 2009





Pedalada de 11 de abril 2009

Depois do passeio do dia anterior, os "fominhas" Fernando, Roberto e eu, Adriano, ganhamos a companhia do Zeca e decidimos conhecer o arraial de Humaitá. Fomos pela estrada do pesqueiro Vale do Oeste, totalizando 46 Km. Combinamos ir devagar por não saber a quilometragem e a estrada também não oferece segurança pra velocidade, com muito cascalho e areia. Muitos morros, mas alguns merecem comentário: dois deles foram impossíveis de subirmos pedalando devido aos cascalhos e muito pó, onde deslizaram nossos pneus mistos, exceto os do Zeca, que são bem apropriados e conseguiu subir. Sem querer zoar, mas já zoando, o Fernando e o Roberto compraram ali um terreno e sujaram as bundas.
Mas o último morro da estrada, na volta, chegando na BR, eu e Roberto, depois de vários meses pedalando e (nos achando!) já bem treinados, não conseguimos subir e empurramos as magrelas a uns 50 metros do fim. Foi uma decepção pra mim mas uma prova do limite que temos que respeitar, afinal não somos "ironmans"! Mas vale comentar que é um morro de alta dificuldade, com muito cascalho, longo e vem logo após uma sequencia de outros morros que não dá tempo pras pernas voltarem ao normal, não é desculpa, mas justifica (ainda vou subir aquele danado!!!).
Sobre o arraial, é aquele lugarzinho bucólico onde dá vontade de passar lá uns 2 meses só relaxando (e pedalando!). Muito interessante a praça central onde há uma igreja, um campo de futebol e as casas ficam em volta formando um grande espaço no meio, local espetacular pra festas etc. Na venda onde repusemos nossas energias vende-se de tudo, desde queijo, linguiça, hortifruti até material de pesca, jardinagem e de construção, ou seja, é aquela venda mineira tipo as que falam nas boas piadas que recebemos por email.
Quem quiser conhecer, convidem que voltaremos lá...Inté

Um comentário:

Unknown disse...

Rapaz não fique com raiva do morro não, em outra oportunidade você engole ele. E tá mandando bem atualizando o blog, o coitado já tava amuado de não ter acessos. Grande abraço!